Legal

Política de privacidade

Versão 1.3 · outubro de 2026

1. Quem decide sobre os dados

A Sofrim.ai é um produto da RASTREAR LTDA, CNPJ 18.133.706/0001-97, com sede na R. Afonso Giusepe Bonomo, 119, Vista Alegre, Pedro Canário/ES, CEP 29970-000, telefone +55 (22) 98181-8303. Quando esta política diz "Sofrim.ai", é dessa empresa que ela fala.

A LGPD separa quem decide sobre um dado pessoal — o controlador (art. 5º, VI) — de quem o trata em nome de outro — o operador (art. 5º, VII). Na Sofrim.ai os dois papéis existem, e o que define qual vale é a origem do dado.

O cliente é o controlador dos dados que ele nos dá ou coleta pela plataforma: os leads e as empresas que ele prospecta, os contatos que conversam pelo WhatsApp dele, os visitantes do chat no site dele e, se ele ligar, o registro do caminho desses visitantes pelo site. Nesses casos a Sofrim.ai é a operadora: trata os dados em nome do cliente e segundo as instruções dele, que são as escolhas que ele faz no painel.

A Sofrim.ai é a controladora dos dados da conta (de quem se cadastra e usa o painel, e da cobrança) e das conversas de quem fala com o chat do nosso próprio site.

A regra que sustenta essa divisão: o dado de um cliente serve só para prestar o serviço a esse cliente. Não o vendemos, não o usamos para outro cliente, não o usamos para melhorar o nosso produto e não o usamos para treinar modelos de inteligência artificial.

2. Quais dados tratamos

Dados de conta: nome, e-mail e, se a pessoa informar, o telefone de quem usa o painel; para a cobrança, nome ou razão social, CPF ou CNPJ, telefone e os dados do pagamento escolhido.

Dados de leads: informações públicas de empresas (nome, endereço, telefone, CNPJ e dados cadastrais associados) coletadas de fontes públicas para fins de prospecção B2B.

Dados de contatos do WhatsApp: quando o cliente conecta um número, tratamos as mensagens das conversas atendidas pelo agente ou pela equipe dele, o telefone e o nome de perfil de quem escreve e os arquivos enviados (como áudio, foto e PDF).

Dados de visitantes do chat no site: quando um cliente nosso instala o chat no site dele, tratamos o que o visitante escreve na conversa, os arquivos que ele envia (foto, PDF ou áudio — o áudio é transcrito para o agente poder responder), os dados de contato que ele mesmo informar (como nome, telefone, e-mail, empresa e setor), o endereço da página em que a conversa começou, sem os parâmetros do endereço, e o horário. Quando a pessoa chegou ao site por uma campanha, o chat guarda também a campanha (as marcações utm_source, utm_medium, utm_campaign e utm_content do endereço da primeira página que ela abriu — nunca o utm_term, que costuma ser a busca da pessoa, nem uma marcação que traga um e-mail, um documento ou um telefone), o identificador do clique do anúncio (como o gclid, do Google, e o fbclid, da Meta), a página por onde ela entrou e o site de onde veio, sem os demais parâmetros. Isso fica no navegador do visitante e é enviado ao nosso servidor quando a janela do chat é carregada, mas só é guardado se ele começar uma conversa. O chat não usa cookies: para a conversa continuar quando o visitante volta, um identificador dela fica guardado no navegador dele.

Caminho do visitante pelo site: só quando o cliente liga esse registro, que vem desligado (ver a seção 4).

Dados de uso: registros técnicos de acesso e o histórico auditável do que a plataforma executou (mensagens, automações, mudanças de estágio).

3. Para que usamos

Para prestar o serviço: encontrar empresas, conduzir e registrar conversas, organizar funis e executar as automações que você configurou.

Leitura de anexos pela IA: para o agente responder ao que foi mandado, áudios, fotos e PDFs viram texto. No chat do site, o áudio é sempre transcrito; fotos e PDFs são lidos, a menos que o cliente desligue essa leitura. No WhatsApp, fotos e PDFs seguem a mesma opção, e o áudio só é transcrito se o cliente ligar a transcrição.

O texto que sai dessa leitura fica guardado na conversa, com uma etiqueta que diz de onde ele veio, para a equipe do cliente ler. A leitura é feita por um modelo de inteligência artificial (ver a seção 7).

No chat do site, o contato que o visitante deixa (telefone ou e-mail) pode ser registrado no funil de vendas do cliente que instalou o chat, para que a equipe dele retorne. Quando esse cliente tem um número de WhatsApp ligado ao agente, o visitante que informou o telefone pode receber por lá uma mensagem confirmando o contato.

A campanha que trouxe o visitante do chat vai junto para esse registro no funil, para o cliente medir de onde vêm os contatos e quais campanhas viram venda. Isso é diferente do caminho do visitante pelo site (seção 4): é só a chegada, guardada quando há conversa. O identificador do clique é guardado como chegou e não é enviado a ninguém.

Para segurança e conformidade: limites de envio, respeito ao opt-out e trilha de auditoria.

Não vendemos dados pessoais e não usamos as suas conversas para treinar modelos de terceiros.

4. O caminho do visitante pelo site (opcional)

O chat que o cliente instala no site pode também registrar o caminho do visitante pelo site, para a equipe do cliente entender o que levou a pessoa a escrever. Esse registro vem desligado. Só o dono ou um administrador da conta do cliente pode ligá-lo, aceitando um texto que descreve o que é coletado; fica registrado quem aceitou, quando e qual versão do texto. Ele pode ser desligado a qualquer momento, e ao desligar o cliente pode apagar o que já foi coletado.

O que se registra: as páginas visitadas, quanto tempo a pessoa ficou em cada uma e até onde desceu, onde clicou (com o tamanho da tela e da página), o nome do link ou botão clicado e para onde ele levava, de onde a pessoa veio e por qual página saiu e, enquanto ela conversa com o agente, a página em que está naquele momento. De um link de telefone ou de e-mail, guarda-se só que era um telefone ou um e-mail. O nome do clique é montado pelo nosso servidor, e um e-mail ou número comprido escrito num botão vira “[e-mail]” ou “[número]”. Só se coleta o que estava descrito no texto que o cliente aceitou.

O que nunca se registra: o que a pessoa digita no site, em formulário ou numa busca; o que vem depois do “?” no endereço da página, exceto as marcações de campanha utm_source, utm_medium e utm_campaign — e nem essas, se trouxerem um e-mail ou um número comprido; movimento do mouse e teclas. Esse registro também não usa cookies: o visitante é reconhecido por um identificador guardado no navegador, sem nome nem contato.

Quando o visitante conversa com o agente, esse caminho se liga à conversa, que pode ter nome e contato — por isso o tratamos como dado pessoal. Os dados ficam guardados pelo prazo que o cliente escolhe (30, 90, 180 ou 365 dias) e são apagados automaticamente quando o prazo vence. Como controlador, cabe ao cliente avisar os visitantes, na política de privacidade do site dele, que o caminho é registrado.

5. Bases legais (LGPD)

Dados da conta: execução do contrato (art. 7º, V), porque sem eles não há como prestar o serviço contratado, e cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II), como as obrigações fiscais e de cobrança.

Chat do nosso site: legítimo interesse (art. 7º, IX), para responder a quem nos procurou.

Dados que tratamos como operadora (ver a seção 1): a base legal é definida pelo cliente controlador, que responde por ela. Nós os tratamos só para cumprir as instruções dele.

Prospecção: as empresas são encontradas em fontes públicas, como o Google Maps e a consulta pública de CNPJ. Quem decide abordar cada uma é o cliente, que responde pela base legal desse contato — normalmente o legítimo interesse num contato comercial entre empresas. Toda abordagem inicial leva a opção de sair, e o sistema a respeita (ver a seção 6).

6. Direito de sair da lista

Toda abordagem inicial informa como sair da lista. Quem pede para sair é bloqueado imediatamente para novos envios — essa trava faz parte do produto e não pode ser desativada pelos clientes.

Basta responder com uma palavra como PARAR, SAIR ou CANCELAR. Daí em diante o sistema recusa qualquer envio novo para aquela conversa, inclusive os que o próprio cliente tente fazer por integração com outro sistema.

7. Fornecedores que tratam dados por nós

Para prestar o serviço, contamos com os fornecedores abaixo, que tratam dados em nosso nome (suboperadores). Cada um recebe só o que a sua função exige.

Inteligência artificial: as chamadas aos modelos passam pelo OpenRouter, um intermediário que dá acesso a vários modelos. As respostas do agente e da Mavian, a nossa assistente, são escritas pelos modelos Claude, da Anthropic; áudios, fotos e PDFs são lidos pelo modelo Gemini, do Google. Eles recebem o necessário para cada resposta — o trecho da conversa e as instruções do agente — ou o arquivo a ser lido.

A busca nos documentos e no site que o cliente cadastra para o agente roda nos nossos próprios servidores, sem fornecedor externo.

WhatsApp: as mensagens trafegam pelo serviço do WhatsApp, da Meta. Quando o cliente conecta o número pela API oficial do WhatsApp Business, a Meta processa as mensagens como fornecedora dessa API.

Amazon Web Services (AWS), na região de São Paulo: envio dos e-mails da plataforma e recebimento das respostas (Amazon SES), e guarda temporária das respostas recebidas (Amazon S3). Quando ligamos o armazenamento de arquivos na AWS, os arquivos da biblioteca também passam a ficar no Amazon S3.

Asaas: processamento da cobrança da assinatura, por Pix, boleto ou cartão. Os dados do cartão passam pelo nosso servidor só para chegar ao Asaas e não ficam guardados conosco.

Google Maps Platform: na prospecção, buscamos empresas pelo ramo e pela cidade, e o Google devolve os dados públicos do perfil de cada uma. Também é usado para achar um endereço quando a equipe do cliente envia uma localização pelo WhatsApp.

BrasilAPI: consulta pública dos dados cadastrais de uma empresa a partir do CNPJ.

Hospedagem: a plataforma, o banco de dados e os arquivos enviados ficam em servidores que contratamos de um provedor de infraestrutura.

Ferramentas que o cliente conecta, como Google Agenda ou Notion, recebem os dados que ele decide mandar para elas. Elas são escolhidas e contratadas pelo próprio cliente.

Transferência internacional: os serviços de inteligência artificial (OpenRouter, Anthropic e Google) e a Meta tratam dados fora do Brasil (art. 33 da LGPD). Os dados vão só para as finalidades descritas acima.

8. Isolamento e segurança

Cada workspace é isolado no nível do banco de dados (Row-Level Security): uma consulta sem o escopo do workspace retorna vazia, em vez de expor dados de outra empresa. O acesso interno é restrito e registrado.

9. Retenção e exclusão

Mantemos os dados enquanto a conta estiver ativa e pelo prazo necessário para obrigações legais. Ao encerrar a conta, você pode solicitar a exclusão dos dados do seu workspace.

No chat do site, a conversa é apagada, junto com os arquivos enviados nela, 30 dias depois da última mensagem. Até lá, cada conversa guarda no máximo as 200 mensagens mais recentes. O contato que foi para o funil do cliente continua lá: ele passa a ser um registro do cliente, que decide por quanto tempo mantê-lo.

O caminho do visitante pelo site fica pelo prazo que o cliente escolheu (ver a seção 4).

Os arquivos recebidos pelo WhatsApp conectado por QR Code ficam no nosso servidor por até 3 dias; o texto que a IA tirou deles continua na conversa.

A mensagem completa de um e-mail recebido em resposta a um envio da plataforma fica guardada por 30 dias; no registro ficam o texto que a pessoa escreveu e o nome dos anexos.

A trilha de auditoria — o registro do que a plataforma executou, como quais mensagens saíram e quando — não é apagada, nem com o encerramento da conta: é a prova de que os limites de envio e os pedidos de saída foram respeitados.

10. Seus direitos

Nos termos da LGPD, você pode solicitar confirmação de tratamento, acesso, correção, portabilidade e exclusão de dados pessoais, além de revisão de decisões automatizadas. Para exercer qualquer direito, escreva para o nosso canal de privacidade.

Se você é lead, contato do WhatsApp ou visitante do site de um cliente nosso, quem decide sobre o pedido é esse cliente, o controlador (ver a seção 1). Se o pedido chegar a nós, nós o encaminhamos a ele e o ajudamos a atender. Para isso o painel tem uma ferramenta que reúne o que existe sobre a pessoa — a conversa do chat do site, o card no funil, o caminho pelo site — e apaga tudo de uma vez, com um relatório do que saiu.

Canal de privacidade: vendas@sofrim.com.br.

Política de privacidade: LGPD e tratamento de dados · Sofrim.ai